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EUR 69 - 129 Hotel Baccara
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Situado na histórica cidade termal de Aachen, este hotel de 4 estrelas está perto da Auto-Estrada A4 e goza de boas ligações de transportes públi… MoreEUR 48 - 999 Forsthaus Schöntal
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Este hotel oferece acesso Wi-Fi gratuito, água e bebidas quentes gratuitas e chamadas gratuitas para a Alemanha. Fica a uma caminhada de 10 minutos d… More | ||||||||||||||||||||||||||||||
Aachen tem sido, de todas as cidades da Europa, a mais habitada e visitada por imperadores, reis e estadistas. Nela foram realizados, igualmente, inúmeros concílios, sínodos e dietas, e solucionaram-se diversas questões políticas. Destacam-se a assinatura do tratado de maio de 1668, que pôs fim à guerra da Devolução, entre a Espanha e a França, a do tratado de outubro de 1748, conhecido como a Paz de Aachen, que determinou o final da Guerra da Sucessão da Áustria, e também o congresso de 1818, no qual foi sancionada a evacuação da França pelos aliados, após a derrota de Napoleão.
De 936 a 1531 os reis alemães foram coroados em Aachen. A cidade foi ocupada por tropas francesas em 1794 e mais tarde anexada 1801 pela França, passada à Prússia em 1815 e, de 1918 a 1930, a cidade foi ocupada pelos Aliados como resultado da derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial. Durante a Segunda Guerra Mundial, dois terços de Aachen foram destruídos por bombardeamentos aéreos, e a cidade foi a primeira grande cidade alemã a cair para os Aliados, em outubro de 1944.
A função turística possui grande importância, em decorrência das bizantino ocidental tardio (arte carolíngia), sagrada em 805. Construída por ordem de Carlos Magno, aí está ele sepultado. Seu projeto é atribuído ao mestre Udo de Metz. Outros monumentos são as igrejas de São Nicolau e São Paulo, o Paço Municipal (Rathaus, em alemão), construído no século XIV, no qual foi assinada a Paz de Aachen (1748), e a Casa Consistorial.
Aachen é sede de bispado. Possui ainda uma universidade técnica, o Museu Suermondt, o Museu Internacional do Jornal e jardim zoológico extremamente bem montado, no seu limite ocidental. Liga-se com o restante do país por via ferroviária e rodoviária. Realiza-se anualmente na cidade, no mês de julho, importante torneio de hipismo (CHIO), de âmbito nacional.
A cidade de Aachen, situada na Alemanha, antigamente chamada de Aix-la-Chapelle, foi a cidade que o grande imperador dos carolíngios, Carlos Magno, escolheu para fazer a sede de seu império.
Ao que tudo indica, essa cidade termal teve assentamentos humanos desde cerca de 2500 a.C.. Com o nome francês de Aix-la-Chapelle foi a capital do império carolíngio. É hoje denominada Aachen, em alemão, e está situada no estado da Renânia do Norte na Alemanha, bem na fronteira com a Bélgica e os Países Baixos. Muitos povos viveram ali, nos períodos ancestrais, inclusive os povos celtas. Mas foram os romanos que a transformaram em centro urbano de relevância, com a construção de alguns templos e de alguns edifícios termais que fizeram a fama da cidade.
Seu nome original, em francês, foi citado pela primeira vez em documento do rei Pepino, em 765. Três anos depois o próprio Carlos, que após algum tempo assumiria o título de Magno, começou a manter ali uma residência. Ele gostava tanto do lugar, que duas décadas depois iniciou nessa cidade a construção de seu palácio - que no século XIV foi reconstruído - e de uma capela palatina. Não por acaso era o coração do governo carolíngio. Depois da morte de Carlos Magno, rei guerreiro, cuja tumba foi aberta na catedral erigida a partir da capela, os reis alemães passaram a ser coroados nesse mesmo espaço religioso, inclusive Carlos V, poderoso senhor do Sacro Império, em 1529. Embora tivesse muros desde 1171, o início da construção de suas grandes muralhas externas data de 1257. O trabalho de conclusão dessas barreiras tardou uma centena de anos e, ao final desse tempo, a cidade havia se transformado em centro de peregrinação religiosa.
Ao longo do século XVII, forte declínio teve início em Aix-la-Chapelle, com a destruição de muitos edifícios em grande incêndio em 1656. Depois foi ocupada por outros povos: os franceses, que levaram para Paris alguns dos bens culturais ainda remanescentes; em seguida, os prussianos. No final do século XIX, ela reunia 126 mil habitantes. Novamente mudou de dono, passando aos belgas, depois da Primeira Guerra Mundial. No começo do segundo grande conflito, foi alvo de intensos ataques aéreos. Só no final de 1944, quando tropas americanas ali combateram, foi finalmente liberada, mas com cerca de 65% de suas construções arrasadas. As principais foram reconstruídas a partir de 1945. Ela contava, na época, com menos de 12 mil habitantes, em razão de evacuações ditadas pela força.
Hoje é centro urbano que reúne atrações e é bastante agradável para passeios a pé. Para descansar, sempre existe um bom café, e vale a pena fazer essa parada no mais antigo deles, o Büchel. Entre os lugares de visita obrigatória está a catedral, bastante transformada ao longo do tempo (a construção original é do século VIII), de maneira que parte de sua fachada ostenta mistura de estilos arquitetônicos, do romano ao gótico. Em particular, vale conferir a capela palatina e a coleção de objetos e relíquias, algumas, como os ossos do Imperador Carlos Magno, exibidas apenas a cada sete anos. Há, também, muitos museus, um deles inteiramente dedicado à imprensa, com edições originais de jornais de todo o mundo. Para mais informações, visite o sítio - a página, em alemão, tem ainda francês e inglês como opções de idioma, e informa os horários em que os monumentos permanecem abertos e onde solicitar visitas guiadas.
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